As fotografias dos alunos estarão expostas nesta terça-feira (29), a partir das 18h
Com o passar das semanas, cada aula melhor do que a outra. O professor Aldo Lima no comando, com rigor e humor na medida certa, criticando e elogiando, nos ensinando a questionar, a olhar, a ter paciência, a compor. A mim, especialmente, ensinou que é preciso frieza para equilibrar a sensibilidade diante de uma imagem a ser captada. “Sem afobamento!”. Certo, professor.
Um dos aspectos mais gratificantes foi o clima de escoteirismo que tomou conta de nós. O aprendizado de um compartilhado por todos, na dificuldade de outro, o socorro de outros tantos. Foi sempre assim. Até na hora de imprimir e colar as fotos finais. Sem falar na montagem da exposição. Eu não estava lá, mas não desgrudei do celular, vendo todos os momentos registrados.
Aula na sala de vídeo, na Lagoa do Jacaré, no Parque Erivaldo Cerqueira (lá tivemos café da manhã, inclusive), na OCA, na avenida Getúlio Vargas, no escuro, com bombril, embaixo de chuva (sob raios) ou em Cachoeira. Uma cidade que vive à espera de ser fotografada. Ah! Sem dúvida um dos melhores momentos. Muitas fotos da exposição saíram de lá, inclusive a minha.
Turma de terça, turma de quarta... Não importa. No final das contas ficamos todos “coleguinhas”, como sugeriu o professor desde o início. Certamente nenhum de nós sairá desse curso como entrou. Houve reencontros prazerosos com velhos amigos e construção de novas amizades. E o mais interessante é que ninguém quer ser aprovado. Todos queremos ser repetentes no semestre que vem!
Madalena de Jesus, jornalista apaixonada por Fotografia
Gostei muito da crônica
ResponderExcluirFotografias contam histórias. São recortes da realidade que eternizamos. Amo fotografias.
ResponderExcluirParabéns aos cursistas e professores.