quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

ESTÓRIAS





É preciso história.
E há quem traga estórias
no olhar,
num gesto de mão,
num esgar de boca,
no timbre de voz.
São pessoas especiais.
Elas têm história,
e estórias.
Mesmo que não as
contem para ninguém.

(Marcondes Araújo, escritor e jornalista)

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

PORQUE SOMOS MULHERES JORNALISTAS
















Escrever colorido. Uma frase curta com um significado abrangente. Na verdade, a temática do III Encontro de Mulheres Jornalistas, realizado nesta terça-feira (20), vai muito além da ilustração da belíssima blusa que vestiu de rosa a Mansão 888. Aliás, o ambiente não poderia ser mais apropriado para o momento de confraternização e glamour: uma verdadeira mansão.

Tudo perfeito. Como teria que ser, com a organização impecável de Eveline e Beatriz (as meninas da Notre) e Rose (a nossa Barbarella). Comida, bebida, música, brindes e, claro, muita conversa. E seria diferente em um encontro de mulheres? Foram 80 convidadas – dá para imaginar? Algumas não foram. Perderam os encontros, reencontros, afagos, sorrisos e, especialmente, muita alegria.

Voltando ao início do texto, acho que escrever colorido é isso, ver o que há de melhor em tudo. Valorizar menos o lado negativo das ocorrências do cotidiano e fazer das pequenas coisas grandes motivos para viver melhor. 2016 foi um ano difícil e 2017 certamente não será um mar de rosas. E daí? Quem disse que seria fácil assumir uma profissão na qual nunca sabemos como o dia vai começar ou terminar?

Quer saber? Que venham novos desafios, estaremos aqui, prontas.

Afinal, somos mulheres, somos jornalistas!

Madalena de Jesus

terça-feira, 29 de novembro de 2016

TODOS QUEREMOS SER REPETENTES












As fotografias dos alunos estarão expostas nesta terça-feira (29), a partir das 18h

Quando eu me inscrevi no curso de Fotografia do CUCA não tinha dúvida de que seria muito mais do que um passatempo, até porque tempo é algo que não tenho muito, com a correria para dar conta da imensa jornada de trabalho diária. E então as noites de terça-feira começaram a ter algo muito especial. Gente de todas as idades e profissões, vindas de lugares diferentes, mas unidas pela mesma paixão: a Fotografia.

Com o passar das semanas, cada aula melhor do que a outra. O professor Aldo Lima no comando, com rigor e humor na medida certa, criticando e elogiando, nos ensinando a questionar, a olhar, a ter paciência, a compor. A mim, especialmente, ensinou que é preciso frieza para equilibrar a sensibilidade diante de uma imagem a ser captada. “Sem afobamento!”. Certo, professor.

Um dos aspectos mais gratificantes foi o clima de escoteirismo que tomou conta de nós. O aprendizado de um compartilhado por todos, na dificuldade de outro, o socorro de outros tantos. Foi sempre assim. Até na hora de imprimir e colar as fotos finais. Sem falar na montagem da exposição. Eu não estava lá, mas não desgrudei do celular, vendo todos os momentos registrados.

Aula na sala de vídeo, na Lagoa do Jacaré, no Parque Erivaldo Cerqueira (lá tivemos café da manhã, inclusive), na OCA, na avenida Getúlio Vargas, no escuro, com bombril, embaixo de chuva (sob raios) ou em Cachoeira. Uma cidade que vive à espera de ser fotografada. Ah! Sem dúvida um dos melhores momentos. Muitas fotos da exposição saíram de lá, inclusive a minha.

Turma de terça, turma de quarta... Não importa. No final das contas ficamos todos “coleguinhas”, como sugeriu o professor desde o início. Certamente nenhum de nós sairá desse curso como entrou. Houve reencontros prazerosos com velhos amigos e construção de novas amizades. E o mais interessante é que ninguém quer ser aprovado. Todos queremos ser repetentes no semestre que vem!

Madalena de Jesus, jornalista apaixonada por Fotografia

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

ENCONTRO CORPO E MODA




Evento promoverá, em Salvador, troca de conhecimento sobre as relações corpo e moda com programação inédita, na Casa Castro Alves

Com o objetivo de instigar o olhar para o universo da moda a partir da relação do corpo com o cotidiano em uma sociedade globalizada, caracterizada por fluxos constantes, a Universidade Federal da Bahia (UFBA), através do IHAC (Instituto de Humanidades, Artes e Ciências), e a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) promovem em Salvador, no dia 10 de novembro, a primeira edição do Encontro Corpo e Moda – uma iniciativa do Grupo de Pesquisa Corpo e Cultura (cadastrado no CNPq), coordenado pela professora doutora Renata Pitombo Cidreira.

O evento, que acontecerá a partir das 16h, no espaço cultural Casa de Castro Alves (Santo Antônio Além do Carmo), terá como convidada especial a professora doutora Beatriz Ferreira Pires, da Universidade de São Paulo (USP)/Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH). Autora dos livros O Corpo como Suporte da Arte - Piercing, Implante, Escarificação, Tatuagem (2005) e Corpo Inciso, Vazado, Transmudado - Inscrições e Temporalidades (2009), Beatriz Ferreira Pires fará uma palestra sobre o conceitoBodyModification, usado para designar as modificações corporais executadas das mais diversas formas - usando-se desde produtos químicos até intervenções cirúrgicas. Intervenções estas que nos apresentam uma nova realidade em que as definições de natureza e cultura se interpenetram, causando na maioria das vezes um desconforto, um estranhamento. “Ao estranho, cabe à função de nos remeter a zonas nebulosas, nas quais, com maior ou menor grau de intensidade, o previsto, o ordinário e o comezinho são inabituais. Apreender o que nelas há, requer ir além da margem, vazar de si”, afirma a arquiteta, artista visual e pesquisadora.

Compõe ainda a programação do Encontro Corpo e Moda a abertura da exposição Imagem de Moda: Vitrina e Cotidiano, de autoria da professora. Renata Pitombo Cidreira. A mostra, que ocupará o espaço de memória do poeta Castro Alves, reúne fotos de vitrines de grandes marcas de moda produzidas em Paris, Milão e Madrid em 2010, 2014 e 2016. Os visitantes poderão ver registros de maisons como Chanel, Dior, Prada, Armani e Lanvin, que buscam evidenciar a força das composições visuais, através das cores, texturas e volumetrias; bem como investigar a relação especular das imagens das vitrinas na conformação imaginária e identitária dos sujeitos, no entrelaçamento com o cotidiano que os cerca. “O interesse por elas está para além do lançamento de tendências. As fotos procuram evidenciar a força da imagem, enquadramentos, narrativas possíveis e o aguçamento do desejo. Desejo de fazer parte daquele mundo num movimento de transposição imaginária”, conta Renata Pitombo Cidreira.

A Casa Castro Alves, espaço integrado de memória, cultura popular, arte e educação, foi o cenário escolhido para sediar o Encontro Corpo e Moda, que terá às 17h30, música ao por do sol, com apresentação especial do coral CaetanUFBA. O grupo, criado em 2012 com o objetivo homenagear Caetano Veloso pelos seus 70 anos, é dirigido pelo maestro Carlos Bernas e conta com o apoio da Profa. Dra. Marilda de Santana, vice-coordenadora do BI em Artes, IHAC/UFBA.  Para fechar a programação, noite de autógrafos com publicações da professora. Beatriz Ferreira Pires.

O evento promete atrair, sobretudo, pesquisadores, professores, estudantes de pós-graduação, além de estudantes de graduação de várias áreas (Comunicação, Ciências Sociais, Cinema, Artes Visuais, História), interessados em ampliar o conhecimento em moda, compreendendo-a como um processo cultural que encontra no corpo incontáveis possibilidades para a expressão de sentidos.

SOBRE AS AUTORAS

Beatriz Ferreira Pires

Arquiteta, artista visual, professora e pesquisadora do Curso de Têxtil e Moda da EACH/USP. Possui Pós-Doutorado (Bolsa Fapesp/2009) pelo programa “Moda, Cultura e Arte” - Centro Universitário SENAC-SP. Doutorado (Bolsa Fapesp/2006) em “Educação, Conhecimento, Linguagem e Arte”- FE/Unicamp. Mestrado (Bolsa CNPq/2001) - IA/Unicamp. Autora dos livros: “O Corpo como Suporte da Arte”. SENAC, 2005; “Corpo Inciso, Vazado, Transmudado - Inscrições e Temporalidades”. Annablume/FAPESP, 2009.

Renata Pitombo Cidreira

Doutora em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela UFBA, onde também fez Mestrado e formou-se em Jornalismo. Em 2011, fez pós-doutorado em Sociologia no Centro de Estudos sobre o Atual e o Cotidiano, da Université René Descartes (Paris V – Sorbonne). Entre 2003 e 2006, coordenou o curso de graduação em Comunicação e Produção em Moda da FTC Salvador, onde liderou o grupo de pesquisa Moda Mídia. Atualmente, é professora associada da UFRB e líder do grupo de pesquisa Corpo e Cultura (UFRB). Também atua na pós-graduação em Moda, Artes e Contemporaneidade da UNIFACS e no Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade da UFBA, além de participar do grupo Estética e existência da UFBA.

SERVIÇO

Data: 10 de novembro de 2016
Local: Casa Castro Alves (Santo Antônio Além do Carmo, Centro Histórico)
16h - Palestra Beatriz Ferreira Pires
17h30 - Som ao por do sol
19h - Abertura da exposição Imagem de Moda: Vitrina e Cotidiano (Autora: Renata Pitombo Cidreira)
19h30 - Noite de autógrafos com produções de Beatriz Ferreira Pires.

Informações à imprensa:

Larissa Molina – 75 99168-2598
Luís Fernando Lisboa – 71 99132-8835
Gina Reis – 71 99119 1358

terça-feira, 25 de outubro de 2016

HOJE É ANIVERSÁRIO DE RUBY BRIDGES


Ruby foi a primeira criança negra a ir para a escola, com o fim da política de segregação racial nos EUA, em Nova Orleans, em 1960.

Seu primeiro dia de aula foi marcado por xingamentos, medo, racismo. A escola, pasmem, estava vazia, pois os pais não deixaram seus filhos frequentarem o ano escolar com a presença de Ruby. Também não havia professores, apenas um educador quis dar aula para Ruby. Seus pais foram severamente ameaçados. E, durante meses, ela teve que ir e voltar da escola acompanhada por 4 policiais.

E mesmo quando objetos e xingamentos eram jogados contra seu corpo, com 6 anos de idade, Ruby não desistiu, não chorou, sequer fraquejou. Era uma pequena soldada - palavras de Charles Burks, um dos quatro policiais que a escoltavam.

No ano seguinte, Ruby não estava mais sozinha na escola. Inspirados por sua coragem e pela de sua família outras crianças negras foram matriculadas.
Parabéns Ruby por seus 60 anos de vida!

(Via Ventila.org - Postado 14/10/2014)

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

PROFESSOR DA FTC PARTICIPA DE FEIRA DE TECNOLOGIA EM BERIMBAU








A palestra do professor Fabrício Oliveira, coordenador do curso Sistemas de Informação da FTC Feira de Santana,  foi o ponto alto da programação da Feira de Tecnologia, projeto didático realizado pelo Colégio Estadual de Conceição do Jacuípe (CECJ). Ele falou sobre os avanços na área e possibilidades no mercado e apresentou robôs montados por alunos da Instituição. Coordenada pela professora Liz da Mata, a Feira Tec - a vida na era das novas sensações, reúne cerca de 300 estudantes. Na programação ainda oficinas, roda de conversa, quiz e exposição de material produzido pelos estudantes.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

FTC VESTE ROSA PARA ALERTAR SOBRE O CÂNCER DE MAMA







O campus da FTC Feira de Santana se vestiu com a cor do Outubro Rosa, mês em que são intensificadas as ações de conscientização sobre a importância da prevenção e a descoberta precoce do câncer de mama. Estão sendo realizadas diversas atividades pela Instituição nas unidades de saúde da cidade, dentro da Disciplina Saúde da Mulher, do curso de Enfermagem. No dia 31 haverá encerramento da programação, no Auditório Professora Terezinha Mamona, envolvendo também os cursos de Nutrição e Psicologia.